Pular para o conteúdo principal

Da Manjedoura ao Madeiro


Texto: Is 9.6,7
INTRODUÇÃO
Após de 400 anos de silêncio, cumpre-se as profecias do AT a respeito do Messias ( O Cristo). Lc. 1.31- Maria achou graça aos olhos de Deus e foi escolhida para conceber e dar a luz um filho chamado JESUS. A humanidade estava condenada, perdida, precisava de uma remissão de pecado, de salvação.
Jesus Cristo deixou o seu céu de Glória, para enfrentar a manjedoura, o madeiro, a cruz, por amor de toda a Humanidade. Neste Ilustre momento vamos fazer da vista panorâmica na História desse Homem que mudou a História da Humanidade. Da Manjedoura ao Madeiro.
Um pequeno detalhe, o nascimento e a morte de Jesus tiveram o artifício de madeira. Manjedoura x Cruz.

1-O Nascimento de Jesus.
ð  Predito o Nascimento. Lc. 1.26-38
ð  Nasce em Belém. Lc.2.1-7
ð  A visita dos Magos. Mt. 2.1-12
ð  Fuga para o Egito e a volta para Nazaré. Mt. 2.13-23
ð Aos 12 anos estava em Jerusalém no meio dos doutores. Lc. 2.40-50
ð  Trabalhou como carpinteiro cerca de 18 anos. Mc. 6.3

2-O Seu Ministério.
1º ano (Ano Inicial)
ð  Batizado por João. Mt. 3.13-17
ð  Tentado no deserto. Mt. 4.1-11
ð  Primeiro Milagre. Transformou água em vinho Nas bodas em Caná. Jo. 2.1,2
ð  Instrui a Nicodemos sobre o novo nascimento. Jo. 3.1-21.
ð  Conversa com a Samaritana Junto da Fonte de Jacó. Jo. 4.5-42

2º Ano (Ano da Popularidade)
ð  Prega em Cafarnaum. Mt. 4.13-17
ð  Chama os 4 Pescadores, Sião, André, Tiago, e João.
ð  A vocação de Mateus. Mt. 3.13-19
ð  Prega o Sermão do Monte. Mt. 5. 6,7
ð  Uma Mulher Unge os pés de Jesus. Lc. 7
ð  Atravessa o mar da Galiléia e acalma a tempestade. Mt. 8.18-27

3º Ano (Ano de Oposição)
ð  Envia os Apóstolos. Mt. 10.1-42
ð  Alimenta 5.000 Pessoas perto de Betsaida. Mt. 14.13-21
ð  Anda sobre o mar da Galiléia. Mt.12.22-36
ð  Alimenta 4.000 pessoas perto do Mar da Galiléia. Mc. 8.1-9
ð  Pedro declara que ele é o Filho de Deus. Lc 9.18-21
ð  Prediz a Sua Morte. Mc 8.31-32
ð  Se transfigura no Monte Hermom. Mt. 17.1-13

4º Ano ( Ano de Oposição)
ð  Prega na festa dos Tabernáculos. Jo. 7.11-34
ð  Cura o cego de Nascença. Jo. 4.1-41
ð  Ressuscitar a Lázaro. Jo 11.1-44
ð  Prediz outra vez a Sua morte. Mt. 20.17-19
ð  Dura o cego Bartimeu. Mt. 20.29-34
ð  Fala com Zaqueu. Lc. 19.1-10

3-Sua Morte.
ð   A entrada triunfal em Jerusalém. Mt. 21.1-17                      
ð   Agonia no Getsemani. Mt. 26. 36-46
ð  A Ultima Ceia. Mt 26.17-20              
ð  Lava os pés dos discípulos. Jo. 13.1-17
ð  Traido por Judas Mt. 26.46.57|
ð  Negado Por Pedro.Mt 26.57-76-5                  
ð   Perante Pilatos. Mt. 27. 3-26.  
ð  Crucificado.Mt 27.33-56


 CONCLUSÃO o nascimento de Jesus trouxe a morte de muitas crianças de dois anos pra baixo; seu ministério teve repercussão em toda sociedade judaica; sua morte trouxe o maior número de pessoas ressuscitadas na historia da humanidade e a garantia de vida eterna ao lado dele através da confissão, batismo e  restauração conquistada com sua vida. A BÍBLIA DIZ QUE ELE É O DESEJADO DAS NAÇÕES.             

Aux. Paulo Ricardo

Comentários

  1. Obrigado por sua consideração meu mano
    Pr Kinka essa conclusão meche muito comigo...
    Só um detalhe meu amigo...
    Poste com meu nome não rsrs...

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

QUILOMBOS E REVOLTAS ESCRAVAS NO BRASIL

A formação de grupos de escravos se deu em toda parte do Novo Mundo onde houve escravidão, os quilombos variavam de tamanho, lugar e importância, o quilombo dos Palmares sobrepôs por sua fama, devido sua resistência os números dos que habitaram lá foi consideravelmente aumentado para justificar as derrotas, um reduto onde negros de várias etnias se reuniram, onde havia a prática comércio, uma hierarquia social de guerra. Com o seu fim, jamais houve no Brasil um quilombo tão grande como Palmares. Muitos dos quilombos não eram tão longe das cidades e das grandes fazendas onde mantinham relações comerciais e de parentesco, muitos escravos se abrigavam em propriedades de plantio, ou eram seduzidos a fugir para formar pequenos quilombos para plantação, principalmente de mandioca onde atravessadores compravam o produto por um preço abaixo do mercado, muito deles assaltavam viajantes, seqüestravam, caçavam, plantavam, colhiam ou trabalhavam em minas para depois trocarem por di…

Como um arco íris

Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças. Eclesiastes 9.10
Se devemos viver separados do mundo, como va­mos executar corretamente as tarefas seculares, comuns da vida, uma vez que os homens só fazem direito aquilo que fazem com vontade? Se nosso coração está repleto de coisas celestiais, como obedeceremos a este outro mandamento igualmente divino: "Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças"? Eles se harmonizam perfeitamente. O homem que se coloca entre o mundo celestial e o terreno está liga­do a ambos; ele não se parece com a flor, que brota do pó e para lá retorna; nem com a estrela, que brilhando muito longe da esfera terrena, pertence totalmente aos céus. Em vez disso, nosso coração pode ser ligado ao arco-íris que, alçando-se ao céu mas repousando na ter­ra, relaciona-se tanto com o solo dos vales quanto com as nuvens do céu.
Guthrie

Difícil ser resiliente

Tem horas que a alma é dominada pela preocupação, uma carga de responsabilidade pesa sobre os ombros, dando demonstrações que nunca vai findar. Sendo péssima a sensação de perca do controle das reações. Quando caímos em si, já escorregou pelas mãos toda a razão.
Com feroz força todo arrependimento do mundo toma conta do pensamento, e os questionamentos não cessam acerca do que era para ser feito e o que deveria deixar de fazer. No ambiente envolta os objetos fazem barulhos desconcertantes com o único objetivo de irritar, tirar o foco, retirar um pouco de sua paciência. Paciência, sim, é o que mais precisamos e menos temos. O corpo reage o que sente a alma, dores aparecem, a cabeça parece que vai explodir e o estômago fica embrulhado, a pele engrossa e rejeita tudo que lhe toca. Nada coopera para que alguma coisa melhore. Olhamos para trás vemos só arrependimentos, erguemos o olhar para o futuro apenas dúvidas e incertezas, e no presente o sentimento é inutilidade, ignorância, sem direção …